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Zela
Zeladoria de condomínio, do QR da placa ao relatório

O ambiente tem um QR, e o QR é a prova

O Zela é o sistema de uma empresa de zeladoria: o painel na web onde ela organiza prédios, equipes e rotinas, e o aplicativo de campo que o zelador usa de pé, no corredor, entre uma tarefa e outra.

Não é um app de condomínio para morador. É a ferramenta de quem presta o serviço — e, junto, a prestação de contas para quem paga por ele.

Tela Hoje do aplicativo Zela, com a agenda do dia agrupada por condomínio
Checklist do ambiente com itens marcados como Feito
O problema

Uma empresa de zeladoria vende um serviço que ninguém vê acontecer

O síndico recebe a fatura no fim do mês e tem que acreditar que a garagem foi varrida na terça. Quando reclama, a discussão é palavra contra palavra — e a empresa, que fez o serviço, não tem como provar.

A fatura chega sem evidência

O que sustenta o valor do mês é a memória de quem estava lá. Na renovação, isso não segura contrato.

O papel se perde

Prancheta assinada vira pilha na sala da administração. Ninguém procura, e por isso ninguém confere.

O zelador carrega tudo na cabeça

Vários prédios, rotinas diferentes em cada um. O que não está escrito no lugar certo é o que fica para trás.

O problema vira mensagem solta

Lâmpada queimada avisada por WhatsApp às 22h, no meio de trinta mensagens. Ou não avisada.

Como funciona

Hall, garagem, escada, piscina — cada um vira um ambiente com placa

A leitura do QR não é conveniência de navegação. É prova de presença: só se lê a placa estando na frente dela.

  1. Cadastre os ambientes

    Cada área comum do prédio vira um ambiente, com a rotina que precisa ali — e a placa sai pronta para imprimir e colar.

  2. O zelador lê a placa

    A câmera do app abre o ambiente e mostra o que fazer: varrer o corredor, limpar o batente, conferir a iluminação.

  3. Marca item a item

    Feito, Problema ou N/A. Marcou Problema, o app pede a foto e abre a ocorrência sozinho, com ambiente, prédio e horário.

  4. O relatório se escreve sozinho

    O que o zelador registrou no corredor é o que o síndico lê no fim do mês. Ninguém digita nada duas vezes.

Checklist do Hall de entrada com o aviso de que a passagem não conta como verificada no local
Prova de presença

O sistema sabe a diferença entre “marquei” e “estive lá”

Uma rotina pode exigir a leitura da placa para fechar. Aberta pela agenda, sem o QR, ela até funciona — mas o app avisa em amarelo que aquela passagem não conta como verificada no local, e o relatório do mês carrega essa distinção.

É o que separa um registro de uma evidência. Sem isso, o checklist inteiro pode ser preenchido no ônibus, voltando para casa.

A diferença

Um checklist digital registra a limpeza. Um sistema de zeladoria fecha o serviço.

A rotina de limpeza é a parte fácil. O que consome o dia de quem administra a zeladoria é o que vem depois dela — o problema achado, o orçamento, o prestador, a ordem de serviço, a hora da equipe.

Na prática App de checklist Zela
Achou uma infiltração Vira uma foto num relatório. Vira ocorrência com prioridade, e dela sai orçamento e ordem de serviço.
Chamar o prestador Fora do sistema, por WhatsApp e memória. Link com prazo, por WhatsApp. Ele responde pelo navegador, sem instalar nem criar conta.
Sem rede na garagem Trava, ou grava a hora em que o sinal voltou. Fila local no aparelho. A hora gravada é a hora do serviço.
A hora da foto Carimbo do celular — e o relógio do celular muda em dois toques. Carimbo aplicado no servidor. Vale como evidência.
A jornada da equipe Outro sistema, outra mensalidade. Ponto com perímetro do condomínio e espelho do mês, junto da rotina.
Quem enxerga o quê Gestor e colaborador. Dono, gestor, síndico, síndico profissional e zelador — cada um com o seu recorte.
O aplicativo

Pensado para um celular usado de pé

Uma mão segura o aparelho, a outra está ocupada. Alvo grande, poucas telas, e nada que exija parar para entender.

Agenda do dia

Agrupada por condomínio, montada a partir das rotinas. O zelador vê onde ir e o que fazer, na ordem.

Leitura do QR

Abre o ambiente e libera o checklist como verificado no local. Aberto pela agenda, o app avisa que não conta.

Checklist com foto

Item a item, com foto obrigatória quando a rotina exige evidência.

Ocorrências

Com foto, categoria e prioridade — abertas pelo zelador ou nascidas de um item marcado como Problema.

Ponto com perímetro

O app calcula a distância até o condomínio e marca se o registro foi feito dentro. Com espelho do mês.

Pedido de material

Acabou o produto de limpeza, o pedido sai dali mesmo — e chega em quem compra.

Entrar pela digital

Face ID ou digital. Senha digitada de pé, no corredor, é senha anotada num papel.

Resumo das 8h

Uma notificação por dia com as ocorrências da véspera, em vez de um alerta a cada toque.

Telas do síndico

Painel do condomínio, equipe e prestadores — para quem acompanha, não para quem executa.

O ponto

Quem esteve onde, por quanto tempo, e se estava dentro do prédio

O registro guarda a localização, e o app calcula a distância até o condomínio para marcar se a batida foi feita dentro do perímetro. O espelho do mês fica na mão do zelador, não só na do escritório.

Com o aviso que o próprio aplicativo mostra na tela: é controle interno de gestão, e não substitui o ponto oficial exigido pela Portaria 671/2021.

Tela de ponto com o espelho do mês
Sem sinal

A hora gravada é a hora do serviço, não a da sincronização

Garagem e subsolo não têm rede, e é justamente onde boa parte do trabalho acontece. Tudo o que o zelador registra vai para uma fila no próprio aparelho e sobe sozinho quando o sinal volta — carregando a hora real do registro.

  • Reenvio seguro: mandar duas vezes não cria duas tarefas.
  • Na dúvida, a fila segura o item. Entupir é recuperável; apagar não.
O carimbo

Data e hora carimbadas no servidor, não no celular

A diferença é o produto inteiro. Carimbo feito no aparelho depende do relógio do aparelho, e esse relógio muda em dois toques. Feito no servidor, a hora é a que o sistema registrou.

O síndico vê quando o serviço foi feito — não quando alguém resolveu enviar.

O morador

A mesma plaquinha serve a duas pessoas diferentes

O zelador lê e vê o que fazer. O morador lê a mesma placa e vê o que foi feito ali — sem instalar aplicativo, sem criar conta, sem senha.

  • O que foi limpo hoje, por ambiente, e a que horas.
  • Avisos do prédio que a empresa marcou como públicos.
  • Abrir um chamado pela própria placa — e ele cai direto no aplicativo do síndico.

O que o morador não vê: nome de zelador, foto de evidência, ponto, telefone. Qualquer pessoa com o link abre essa página, inclusive quem não mora no prédio — então ali só entra o que pode ser público.

Detalhe da ocorrência com foto e situação
Página da ordem de serviço aberta no navegador do prestador, com fotos e endereço
O prestador

O link que vai por WhatsApp

O eletricista não vai instalar o seu aplicativo, e não deveria mesmo. Ele recebe um link com prazo, abre no navegador, vê as fotos e o endereço, responde o orçamento e, com o serviço feito, fecha a ordem ali mesmo — com foto.

  • Sem cadastro, sem senha, sem aplicativo.
  • Cada prestador vê só o que é dele — orçamentos concorrentes não aparecem.
  • O PDF da ordem sai pronto para anexar na prestação de contas.
O painel na web

Onde a empresa organiza tudo o que o campo executa

Trinta e poucas telas. As que abrem todo dia:

Fila de ocorrências abertas
Ordem de serviço enviada por WhatsApp com o link

O síndico acompanha a mesma fila pelo aplicativo — não precisa abrir o computador para saber o que foi aberto no prédio dele hoje.

Dúvidas frequentes

O que costumam perguntar antes de começar

Precisa instalar algum equipamento no prédio?

Não. O que vai na parede é uma plaquinha impressa com o QR Code do ambiente — o painel gera as placas prontas para imprimir. O resto é o celular que o zelador já tem.

O zelador precisa saber mexer em sistema?

O aplicativo foi desenhado para ser usado de pé, com uma mão só: ler a placa, tocar em Feito, tirar foto quando pedir. Não há menu para decorar, e a agenda do dia já abre na primeira tela.

E quando não tem sinal na garagem?

Continua funcionando. O que for registrado fica numa fila no próprio aparelho e sobe quando o sinal volta, carregando a hora real do serviço — não a hora em que subiu. Foto vai junto.

O morador precisa criar conta?

Não, e é proposital. Ele aponta a câmera para a placa e a página abre no navegador. Sem instalar, sem senha. É por isso que essa página mostra só o que pode ser público.

Serve para quem administra vários condomínios?

É para isso que ele existe. Uma conta atende a carteira inteira, e cada papel — dono, gestor, síndico, síndico profissional, zelador — enxerga só os prédios que lhe dizem respeito.

O ponto do aplicativo substitui o ponto oficial?

Não, e o próprio aplicativo diz isso na tela. É controle interno de gestão — útil para saber quem esteve onde e por quanto tempo —, mas não substitui o registro exigido pela Portaria 671/2021.

Dá para levar o que já temos hoje?

Os ambientes e as rotinas são cadastrados no começo, e o painel tem modelos prontos para os tipos comuns — hall, garagem, escada, salão. Fale com a gente sobre o que você tem em planilha: é o tipo de coisa que se resolve na implantação.

Quanto custa?

Depende do tamanho da carteira — não faz sentido cobrar de quem atende três prédios o mesmo que de quem atende trinta. Deixe seu contato abaixo com quantos condomínios você atende e a gente responde com um número, não com uma tabela.

Orçamento

Coloque uma placa em cada ambiente e veja o mês seguinte

Deixe seu contato e quantos condomínios você atende. Respondemos no mesmo dia útil — ou chame no WhatsApp (51) 99856-7559, que é mais rápido.

Guardamos só o que você escreveu aqui, para responder. Não há cadastro, não há lista, e nada disso vai para terceiros.